segunda-feira, dezembro 11, 2017

É Natal, mãos à obra

Todos os anos, na escolinha do Afonso e por altura do  Natal, pedem às famílias que façam um trabalho manual alusivo ao tema. O ano passado foi o pai que decidiu pôr mãos à obra e fez, em cartão, uma rena Rudolfo, este ano a responsabilidade era minha e o pedido era claro: "uma árvore de Natal, feita de material à escolha", o importante era pôr a imaginação a funcionar.
Por isso, decidi fazer uma árvore pequenina, mas muito 'coquete' e passei o serão de sábado entretida entre cartões, papel goma, feltro, colas e trabalhos manuais. 
Hoje o Afonso levou a sua pequenina mas "shinny" árvore de Natal para a escola, muito vaidoso. Mal chegou ao pé da educadora, a primeira coisa que fez foi mostrá-la, muito orgulhoso. 
O resultado está à vista! Não é por ter sido eu a fazê-la, mas gosto muito! E vocês? 

sexta-feira, novembro 24, 2017

Quem tem filhos tem sarilhos?


Estamos quase no final do primeiro período deste ano letivo de 2017/2018 e o balanço que posso fazer sobre a transição da minha filha de um colégio privado para uma escola pública está longe de ser positivo.
A verdade é que a transição da Madalena nesta fase –  coincidindo com uma série de outras mudanças na vida dela – teve um efeito de bola de neve. Não foi só o mudar de escola, ficar completamente desenraizada das referências dela habituais, das amigas, da professora e de toda a equipa que a acompanhava desde os 3 anos, coincidiu também com uma mudança estrutural na vida dela: a de passar a fazer custódia partilhada e semanas alternadas com o pai.
Tudo a começar ao mesmo tempo, em setembro, o que levou a uma mudança radical de hábitos, de rotinas e de processos. Se para um adulto isso já é difícil de gerir, imaginem para uma criança de 8 anos.
A Madalena foi colocada numa escola pública em Lisboa onde até tenho algumas pessoas amigas que têm lá os filhos e que me deram boas referências, me tranquilizaram no início e me disseram que a escola, dentro do ensino público, até funcionava bem. Isso deixou-me mais tranquila e aliviada, mas com o passar dos meses e com aquilo que me vou apercebendo, vejo que a minha filha anda perdida e regrediu. Foi colocada numa turma extra, só com crianças novas na escola, transferidas de outras escolas ou países. É uma turma pequena mas problemática, onde existe um grande número de rapazes (11) face ao número de raparigas (5), sendo os rapazes altamente conflituosos, com zaragatas na sala de aula e conflitos no recreio – tendo sido chamados por diversas vezes ao gabinete do diretor. A Madalena queixa-se que a professora grita bastante, ou que os rapazes estão sempre a armar confusão, além de ter poucas meninas para criar cumplicidade e aprofundar laços. E eu pergunto: faz sentido criar uma turma só com crianças novas? Não seria mais fácil, numa escola onde existem 4 turmas do 4º ano, inserir estas 16 crianças novas na escola, divididas em grupos de 5 ou 6 por turma, de forma a promover uma maior interação e integração? É preferível criar uma turma nova e ao mesmo tempo, dificultar ainda mais a integração destas crianças numa escola que lhes é totalmente nova e cheia de crianças que já lá andam há vários anos?
Na semana passada fui à escola reunir com a professora para falar sobre a Madalena. Vim de lá preocupada com o retrato feito e, em parte, com a confirmação daquilo que eu própria já sabia: que ela está alienada, que não tem interesse nos estudos, que não se empenha, que está numa mesa sozinha porque, caso contrário, passa a vida na conversa. Nada resulta ou parece resultar. Ao dar uma vista de olhos atenta pelos cadernos e livros dela, constatei que não tem um único apontamento de matéria, um sumário escrito, uma composição, nada de nada. Os cadernos também não obedecem a uma lógica. Não há um fio condutor, ora escreve uma linha na primeira página, ora outra a meio e outra no fim. Pelo meio, dezenas de páginas arrancadas e dezenas de  desenhos. Não é preciso ser-se psicólogo para avaliar este comportamento e o que o mesmo significa, certo? Na altura tive um choque, um misto de sentimentos, senti-me impotente e a falhar enquanto educadora e pessoa responsável pela sua formação. Chorei imenso, meio desnorteada e perdida entre pensamentos. A medida imediata foi cortar com os planos de fim-de-semana que incluíam uma série de diversões: ida ao zoo, ida ao teatro e centrar-se apenas nos estudos. Passou a tarde de sábado e domingo a fazer os trabalhos de casa – onde constatámos o quão fraca está – as dificuldades que tem nas coisas mais simples, no raciocínio e na lógica e os erros que dá a escrever. Erros básicos, que não se justificam num 4º ano. Foi aí que eu também constatei que, mais do que desinteressada, a minha filha – por muito que me custe admiti-lo – é, acima de tudo, preguiçosa. Não gosta de estudar e não se esforça. Faz as coisas depressa e mal porque quer é ‘despachar o assunto’. Não há brio bem empenho, não há dedicação. Há distração e erros derivados disso. Depois de termos passado o fim-de-semana a corrigir os trabalhos de casa - que estavam todos mal feitos - e a estudar com ela, fiz-lhe um ultimato: estamos a chegar ao final do primeiro período e os testes de avaliação são já para a semana. Todas as semanas quero que me traga os livros e os cadernos da escola para eu ver o que aprendeu e o que escreveu nos mesmos – e quero que se esforce e que dê mostras disso, seja nos cadernos, seja nas fichas que faz, seja nos exercícios que completa em livro – caso contrário, não há presentes de Natal para ninguém. (Até a mim me custou dizer isto, mas tenho de lhe meter medo privando-a das coisas que ela mais quer ou gosta).
Não sei se resultará, não sei se verei algum tipo de mudanças e também não sei se o que estou a fazer é o método mais correto ou a melhor forma… é apenas aquela que me parece mais correta para nós – que discutimos o assunto em família.

Espero que seja um “wake up call” e que, em conjunto, possamos motivá-la e ultrapassar isto. Mesmo que tenha de recorrer a ajuda externa. Até lá, vou tendo o coração apertadinho e lembrando-me do ditado que a minha mãe tantas vezes repetia e que eu só depois de ser mãe, compreendi em pleno: "Quem tem filhos tem sarilhos".

quarta-feira, novembro 22, 2017

a mais velha já tem 9 anos

Sei que não escrevo aqui há vários meses, mas não podia deixar de vos mostrar um pouco do que foi o aniversário da cria mais velha no passado dia 1 de Novembro. 9 anos! Meu Deus, como o tempo voa! Este ano deixei as coisas arrastar quase até à data do aniversário dela, sem saber muito bem em concreto o que ia fazer. Ideias não me faltavam, mas ou as coisas não aconteciam da forma como as tinha idealizado, ou faltava-me o tempo necessário para me dedicar com verdadeira atenção e os dias iam passando e nada estava definido: nem a festa, nem os convites às amigas feitos, nem o local, nem o bolo, nada... Até que, numa manhã, tratei de tudo à rapidez de um computador e ligação de internet! 
A festa foi ao ar livre - o bom tempo que se tem feito sentir este Outono - e os dias de sol quente que estiveram em Outubro e Novembro, ajudaram a que arriscasse a uma festa 'outdoor', mais concretamente, no Jardim da Quinta das Conchas. A temática: 'uma sessão fotográfica com as amigas', com direito a fotógrafa e tudo, para ficar com muitas recordações das mesmas, seguida de um cantar de parabéns e almoço na pizzaria. A fotógrafa escolhida foi a Joana, uma amiga de há vários anos que tem um projecto de fotografia super giro, o Lisbon Trendy Block. Foi ela quem me deu a ideia e a verdade é que resultou super bem. Afinal, ela fez 9 anos, já tenho cá em casa uma 'pré-adolescente'... (isto assusta-me!). Os convites para as amigas seguiram por whatsapp - para quê complicar, não é? E o bolo de aniversário foi reservado online, na Doces Paladares - que entregam em casa e tudo! Ou seja, foi só escolher na net o tipo de massa e recheio, o desenho que queria para o bolo dela e pronto, nem tive de me preocupar com o ir buscar à pastelaria. 
No dia anterior comprei algumas coisas no supermercado para um pequeno lanche - a ideia não era levar muita coisa porque a sessão fotográfica foi de manhã e a seguir íamos todos almoçar à pizzaria - mas não faltaram uns sumos, águas, madalenas (of course) e outros acepipes para elas irem petiscando enquanto saltavam e pulavam pelo jardim, quais pequenas modelos por um dia. 
Acho que se divertiram. Foi algo bem mais simples que o habitual, mas o que importa é que ela esteve com as amigas do coração neste dia, não choveu e foi a estrela da companhia. 
As fotos, essas, falam por si. 

quinta-feira, agosto 17, 2017

Das férias

Passaram a voar. Houve poucas fotos. Decidi que ia absorver mais do que registar. As poucas que existem devo-as ao pai que captaram a magia dos momentos sobre a luz e o frame perfeito. Daquelas que mais tarde nos fazem sorrir e que emolduramos.

quinta-feira, junho 22, 2017

foi assim

Simples e em família.
Primeiro na escola, onde os amigos lhe cantaram os parabéns, rodeado pela equipa educadora e de auxiliares, onde a escola fez um bolo por iniciativa própria e cantamos todos os parabéns e depois em casa, um jantar onde se reuniu a família mais próxima e onde, entre a confusão de primos, irmã, tios e avós, foi o centro das atenções.
E, claro, no bolo, o 'Mickey Mouse', o seu desenho animado preferido. 
2 aninhos, muita alegria, um dia em cheio que o deixou cansado e que já acabou tarde. 

São assim as festas, fazem-nos vibrar e não queremos que acabem, o pior é mesmo o dia seguinte.

terça-feira, junho 20, 2017

2 anos de ti

 Hoje fazes dois anos meu amor. Como o tempo passou depressa. Já falas imenso e cantas! (E eu adoro ouvir-te cantar! Acho uma verdadeira delícia quando começas a dizer toda a letra do 'Papagaio Louro' ou dos 'Parabéns'). És reguila, malandro, gozão e muito, muitoooo pirata! Tens dias em que me deixas louca e outros em que acho que és das melhores coisas que me podiam ter acontecido. Chegaste e mostraste que isto de ter dois filhos é uma verdadeira acrobacia de obrigações, responsabilidades, horários e incertezas, dúvidas e sofrimento - porque se já sofremos com um, com dois então não tem explicação. No fundo sabemos que temos ali o nosso bem mais precioso e o medo volta a invadir-nos com um tamanho que não prevíamos. É ainda maior! Se o meu coração já se debatia de temores por um, com dois então, sinto que me sai do peito, mas ao mesmo tempo transborda de amor. Porque se expande e lateja ainda com mais força.

Não vou negar, não têm sido dois anos fáceis. São dois anos de muitos desafios, de noites verdadeiramente mal dormidas, mas também de  dias em que me sinto a enlouquecer, ou outros em que alterno entre um misto de mulher elástico e 'maezilla' - (a mãe monstro godzilla) - porque me sinto no limiar do cansaço físico. Mas depois, este pirata sabe dar-me a volta, argumenta, fala pelos cotovelos, tem coisas verdadeiramente divertidas e cómicas, chama-me pelo nome do pai e ri-se porque sabe o que está a fazer e mostra-me como as energias masculina e feminina são tão, mas tão diferentes. E isso é bom, é mesmo ter o melhor de dois mundos, mesmo quando há dias em que estes dois mundos me dão conta da casa e da cabeça! E acreditem, eles existem.
Mas por hoje, apenas dou graças por estares connosco, por teres esse espírito leve e divertido de menino reguila, em que trazes estampado no olhar a verdadeira alegria da infância e por me mostrares que no coração de uma mãe há sempre espaço para mais tudo: mais amor, mais alegria, mais perdão, mais orgulho pelas conquistas e vitórias e mais medos e mais incertezas de se estamos a fazer o trabalho bem feito. 

Que a vida te sorria sempre e me devolva em dobro as tuas alegrias.

Maldipostos? Com os Minions é impossível!

Fomos conhecer a nova coleção dos Minions - do filme, Gru o Maldiposto 3 - à loja C&A do Colombo e viemos de lá cheios de boas energias. A Madalena adorou os Minions em ponto grande e o Afonso, bom, chorou de pânico - esta coisa de ser criança pequena e de ver uns bonecos com o dobro do tamanho deve mexer com os medos dos pequenitos - mas no fim lá descomprimiu e até brincou com os acessórios, as máscaras, os chapéus, os óculos (só nas fotografias junto ao photocall é que não colaborou!).

Para assinalar a estreia do novo filme Gru o Maldisposto 3 - que é já no próximo dia 29 de junho - a C&A convidou algumas bloguers e respetiva criançada para conhecer a nova coleção de roupa infantil que assinala a estreia de um novo filme destes minions amarelos que toda a gente adora! A Madalena já viu os dois filmes anteriores vezes sem fim, e eu confesso que também, porque adoro filmes de animação e porque estes são bastante divertidos. Qual é o miúdo que não diz, em jeito de brincadeira, "bananaaaaaaaaaa"? E quem é que não sabe quem são estes 'pestinhas' amarelos, atrevidos, irrequietos e completamente loucos que nos fazem soltar gargalhadas? Toda a gente conhece os Minions - e também o Gru - aquela personagem com ar mauzão e altivo mas com coração de manteiga! 
Já contamos os dias para uma sessão de cinema bem animada! Até lá, deixo-vos com os nossos gifs animados tirados na loja, em que eu 'invadi' a foto dos meus filhos - e fui apanhada - ou em que a Madalena tirou algumas fotos com a 'bananaaaaa' de olhos fechados enquanto o Afonso estava em pleno ataque de pânico! ;) 



quarta-feira, junho 14, 2017

Santo António já se acabou...

Desde que vim estudar para Lisboa - já lá vão mais de 20 anos - e que passei a residir na capital e a assumi-la como 'minha', que a noite de Santo António sempre foi das minhas preferidas. Adoro como a cidade se transforma, como toda a gente sai para a rua para festejar, celebrar e conviver e como o pessimismo, a crise ou os problemas, ficam por momentos - nem que seja uma noite - postos na "prateleira", esquecidos e arquivados. 
Os espíritos estão leves, o tempo é de alegria e há manjericos e sardinha assada em cada esquina e em cada rua, há música, bailaricos e convívio. E eu gosto disso tudo. Claro que quando se é jovem, sem filhos e grandes responsabilidades, a noite de Santo António é sinónimo de directa, chegar a casa com o raiar do sol, conhecer pessoas e alguns excessos, mas depois de duas crianças, a noite de Santo António passa a ser comedida. Aliás, nem bastam duas, basta uma para tudo mudar. 

A nossa noite de Santo António foi tranquila e suave, mesmo assim arriscámo-nos a sair à rua depois de jantar com eles e fizemos uma caminhada até à Graça para ver o ambiente. Não quisemos ir muito mais longe porque já era tarde e não sabíamos se o Afonso aguentava, mas rapidamente constatámos que de todos ele era talvez, o que estava mais animado por estar na rua no meio da multidão! Bateu palminhas, cantou e dançou, sempre sem dar sinais de sono. Claro que quando chegou a casa adormeceu em segundos - ele e ela - afinal, o dia tinha sido longo, com escola pelo meio e ambos estavam cansados. 
Ontem, a festa continuou em família. Os nossos sobrinhos gémeos fizeram um aninho e passámos o dia entre miúdos.
Só em primos é uma casa cheia! Todos com diferença de um ano... Imaginam a algazarra? Ontem contávamos 4 crianças com menos de 3 anos, mais a Madalena que é a mais velhinha do 'gang'. Há mais, muitos mais, mas não estavam presentes. Não há cadeiras suficientes para tantos miúdos pequenos à mesa, nem carro suficientemente grande que os leve a todos. Sair de casa é toda uma logística, mas vê-los a interagir uns com os outros e na brincadeira é das coisas mais deliciosas!
E, claro, houve bolo. O guloso do Afonso foi dos primeiros a vir para a mesa cantar os parabéns! Mal sabe ele que daqui a uma semana é a vez dele de apagar as velas!
O tempo voa e é já no próximo dia 20 que este reguila faz 2 anos! 

segunda-feira, junho 12, 2017

dar cor aos dias

Sempre fui fã de lenços. Seja ao pescoço, na cabeça ou nos pulsos - a nova forma 'cool' de se usar este acessório. Com o calor a fazer-se sentir pode ser uma boa opção trazer apontamentos coloridos no pulso que sejam mais do que as típicas pulseiras. Se juntarmos a isso padrões coloridos, originais e de motivos diversos, temos o apontamento perfeito para brilhar com peças lisas ou blocos de cor.
Como estes da Antiflop, que resultam de uma parceria da marca com a Nadir Afonso e que são lindos de morrer, perfeitos para dias quentes de verão. Espreitem o site e descubram-nos, há propostas muito originais e cheias de estilo!

Pequenos prazeres decorativos


Andava a namorar este tapete da Ikea há séculos. Queria substituir um que tinha na zona de marquise da casa - e que já era antigo e em cabedal - e que já acusava os anos de desgaste. Na sexta-feira demos um saltinho à loja e acabámos por trazê-lo. 
Pelo meio também veio para casa um candeeiro de tecto para o quarto do Afonso. O próximo passo será também substituir as camas dos miúdos. Trocar a da Madalena por uma mais de "crescida" e o berço do Afonso por uma caminha sem grades.
Adoro fazer estas pequenas mudanças na casa. Trazem logo outra energia às coisas.
E tomara eu ter uma varanda grande ou um terraço e acho que me desgraçava toda em coisas para o exterior, ainda para mais com a quantidade de oferta, gira, moderna e super apelativa que a loja tem neste momento.
Mas gira e super original é a nova campanha da Ikea "Faz a Festa", que junta duas figuras inusitadas: o Toy e o Samuel Úria. Já conhecem? Adoro marcas com sentido de humor! Ora espreitem!



O primeiro concerto da cria mais velha

Finalmente aconteceu. Meses e meses à espera do grande dia e finalmente o concerto da Ariana Grande chegou. Foi o primeiro 'grande' concerto da Madalena com um artista internacional e foi também o seu presente de Natal. Até aqui, ao longo dos seus 8 anos de existência, ainda não sabia o que eram filas para entrar, gritos histéricos de adolescentes excitados e espectáculo de luzes, cor e som muitos decibéis acima do normal. Contou as músicas todas - disse que foram 23 no total - eu, confesso, não me dei a esse trabalho até porque não sou fã da rapariga, mas lá consegui identificar e até trautear uma música ou outra de tanto as ouvir na rádio. (Nada mal, hã?) 
Mudou de roupa umas 5 vezes, nessas alturas confesso que não achei muita piada pois saía do palco e demorava uns 5 minutos a regressar. Também não contava que um espectáculo que estava marcado para as 19h00, só tenha começado às 21h00! Hora a que eu pensava que estaria a sair do Meo Arena a um domingo. Pelo meio houve um Dj 'manhoso' a pôr músicas e ainda uma actuação da Vitória Monet - que, confesso, desconhecia quem era. Apesar de ter terminado às 22h30 e de a Madalena já acusar o cansaço, aguentou-se até ao fim a cantar e a dançar. 
Depois do atentado em Manchester no final de um concerto da Ariana Grande, confesso que estava muito receosa de levar a minha filha ao concerto de cá. Felizmente correu tudo bem! Fomos revistadas na entrada e foi tudo tranquilo e pacífico. Havia muitas crianças e jovens e muitos pais com os filhos. No final, já à saída do Meo Arena, foi engraçado reparar na quantidade de pais que estavam cá fora à espera dos filhos. Eram às centenas! 
As fotos foram com Espero que tenha sido uma boa memória para ela! E que recorde esta experiência durante muitos e longos anos. As imagens é que foram poucas, não há câmara de telemóvel que resista à distância do palco a que estávamos.

quarta-feira, junho 07, 2017

Feira do Livro de Lisboa

A Madalena já me tinha perguntado pela feira do Livro de Lisboa na semana anterior – já é hábito irmos à Feira todos os anos e ela gosta – por isso, decidimos aproveitar logo o primeiro dia para visitar o espaço. Fomos na sexta-feira após o trabalho e a escola, numa noite demasiado fria e ventosa para esta altura do ano, mas sem os aglomerados de pessoas que normalmente apanhamos ao fim-de-semana. Ao contrário dos anos anteriores não jantámos por lá – apesar de haver muitas opções e espaços agradáveis à escolha – mas aproveitámos para correr todo o recinto com calma e ver a oferta das várias editoras. 
A Madalena escolheu um livro do Capitão Cuecas (e pelo meio aproveitou para tirar fotografias no photo booth). Os vossos filhos também andam loucos com o Capitão Cuecas? No fundo é uma BD cómica, tal como no nosso tempo tínhamos os livros do Donald ou do Tio Patinhas, apesar de na sua génese ser completamente diferente. A mim não me choca e como agora o filme também está em exibição nos cinemas, é natural que os miúdos fiquem atentos e queiram os livros e o merchandising em torno do personagem. 
Também me falaram numa coleção que se chama “Bando das Cavernas”, conhecem? Estivemos a espreitá-la, no fundo são personagens da idade da pedra que falam de temas contemporâneos de uma forma divertida e fora da caixa. Conhecem e aconselham? Que outras coleções giras – tirando a tradicional ‘Uma aventura’ recomendam para os miúdos destas idades?
Já eu, atrevi-me a ver a lua e saturno no telescópico do Instituto de Astrofísica e Ciência do Espaço, uma experiência bem gira que aconselho! (apesar de as minhas pestanas obstruírem o óculo do telescópio a maior parte do tempo!)

A feira do livro decorre até dia 18 de junho, por isso ainda vou ter bastante tempo para regressar e claro, reforçar as estantes lá de casa.

terça-feira, junho 06, 2017

Ir de férias com os miúdos e não pagar alojamento e refeições? Não é bom, é excelente!


As Pousadas de Portugal - do Grupo Pestana – têm neste momento uma campanha para o verão, direcionada para as famílias com crianças até 12 anos, onde os mais novos não pagam a estadia e a alimentação. Não é fantástico?
Todos sabemos como umas férias podem arruinar o orçamento familiar, principalmente quando existem crianças e em que, apesar de até determinada idade os preços serem reduzidos, a verdade é que numa família de 4 (já para não falar nas numerosas), os valores por vezes extrapolam. Desta forma – e para que nenhuma família deixe de poder gozar as suas merecidas férias, a campanha das Pousadas de Portugal ‘oferece’ a estadia aos mais novos em qualquer das 26 unidades dispersas de norte a sul do país. A oferta da estadia é de um máximo de duas crianças por quarto – quando partilhado com os pais.
Válida até 17 de setembro, as Pousadas de Portugal aliam a história e a modernidade, oferecendo uma série de sítios que são simplesmente de sonho: castelos, mosteiros, conventos e palácios, são apenas algumas das hipóteses à escolha… qual é a criança que não gostaria de ter essa experiência? (Já para não falar dos adultos!)
Vejam a tabela de preços, apontem bem as vossas datas no calendário e aproveitem enquanto é tempo! Acho que com tão boas condições as reservas vão voar!
Por mim, arrumo já as tralhas da famelga, atestamos o depósito e partimos já hoje se for preciso!

Vejam e descubram mais aqui

quarta-feira, maio 17, 2017

Renovar traz felicidade

Gosto bastante do quarto do Afonso, mas há sempre um ou outro elemento de decoração que se pode ir adicionando à medida que o miúdo vai crescendo. Uma das coisas que ele precisa mesmo é de um candeeiro de tecto novo e como também sou adepta de quadros, estantes e coisas giras na parede, encontrei esta cabeça de rinoceronte que me fez perder de amores. Isso e um candeeiro (também verde), já que o quarto dele tem estes tons! 

Acho que vou perder a cabeça e mandar vir tudo. A primavera tem destas coisas, só queremos renovar a casa - pelo menos a mim dá-me para isso - e um resytling de vez em quando, mesmo que em pequenos apontamentos, dá logo outras energias à casa e deixa-nos mais felizes, não concordam? 
Pelo menos comigo tem esse efeito. 

Cabeça de rinoceronte, candeeiro e posters, tudo #vertbaudet

terça-feira, maio 16, 2017

Caderneta de cromos

Também têm filhos que andam loucos da vida com a Caderneta de Cromos "Super Animais" do Pingo Doce? Cá em casa ainda não se completou uma, mas sei de casos que já vão na segunda ou na terceira. E não foi nada fácil conseguir comprar a caderneta, pois quando o quis fazer já a mesma andava esgotada em vários sítios. Consegui na semana passada, numa das minhas incursões diárias ao supermercado na minha hora do almoço, quando, num rasgo de lucidez, me lembrei de perguntar pela caderneta que estava esgotada há semanas. "Acabou de chegar há meia hora", disse-me a sorrir a rapariga da caixa percebendo a minha alegria e pronto, nesse dia deixei a minha filha feliz, agora já fazia parte do clube "caderneta de cromos".
Recordo-me que quando era miúda fiz várias colecções e tive várias cadernetas - os Ursinhos Carinhosos, do Bollycao, dos Smiles, do Pequeno Pónei - que lhes perdi um pouco a conta, mas os cromos vinham em saquetas que custavam, na sua maioria e se a memória não me falha, uns 20 escudos, qualquer coisa como dez ou vinte cêntimos actuais. 
As de agora estão bem mais inflacionadas, só as conseguimos a cada 10 euros de compras e só recebemos duas! Além disso, como não sou pessoa de só fazer compras num único supermercado, a coisa complica-se, mas ela lá vai preenchendo as páginas, trocando cartas com as amigas na escola e conseguindo aos poucos, completar páginas. Pelo meio fica a saber coisas sobre os animais - os que já conhece e os que nunca viu - e mais umas quantas coisas na aplicação que já descarregou para o tablet.
É que apesar de as tradições ainda se manterem e de as cadernetas de cromos ainda despertarem o fervor de diferentes gerações, a verdade é que há toda uma nova tecnologia associada a elas que no nosso tempo não havia. Isso e o facto de no nosso tempo chatearmos as nossas mãos quando íamos ao café ou à papelaria e de agora sentirmos a pressão de fazer compras sempre no mesmo sítio e acima de determinado valor para conseguirmos trazer para casa o maior número de cromos...